quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Armagedom


Três quintos da população mundial mortos. Dois terços dos judeus aniquilados. A terra devastada com conflagrações horríveis, peste e fome. O pior conflito que o mundo já viu. É o holocausto do Armagedom. Dizem que essa guerra está próxima (sempre próxima). Mas será que é verdade? O que a Bíblia realmente diz sobre Armagedom? Bem, na verdade, as escrituras falam dessa guerra, mas não, na forma ou no momento em que os professores populares de profecia afirmam.


Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para congregá-los para a guerra, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso. Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas. E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom. (Apocalipse 16:14-16)


Apocalipse 16:14 fala de como os reis da terra se reuniriam para um lugar chamado Armagedom. O uso do artigo grego a guerra, informa-nos que o que está sendo discutido é um evento bem conhecido. Na verdade, o Antigo Testamento é a fonte para a predição desta guerra. Várias passagens falam deste evento, datando-o como os “últimos dias”. Isaías 2-4 é paralelo com Apocalipse. Ambos lidam com os últimos dias (Isaías 2:2 f). Ambos predizem o Dia do Senhor quando os homens correm para as colinas (Isaías 02:9 f, 19f; Apocalipse 6:12 f). Apocalipse 6:12 é uma alusão direta a Isaías. Ambas as profecias predizem a guerra (Isaías 3:25; Apocalipse 16). Ambas as profecias predizem que nos últimos dias, Israel seria Sodoma (Isaías 3:9 f, Apocalipse 11:8). E, ambas as profecias dizem que nos últimos dias Israel seria julgado por sua culpa do derramamento de sangue inocente (Isaías 4:4 f, Apocalipse 11:8, 18:20,24). Dê uma olhada neste último ponto. Isaías disse que nos últimos dias, a culpa de Israel por derramar sangue inocente seria limpa pelo espírito de justiça e o espírito de fogo. João predisse o julgamento da cidade Babilônia, a cidade, onde o Senhor foi morto (Apocalipse 11:8). Há qualquer dúvida sobre onde Jesus foi crucificado? O tempo quando Israel seria julgado por derramar o sangue inocente de santos de Deus, seria a guerra do Armagedon (Apocalipse 16:6 f)! Dê uma olhada agora em Apocalipse 6:9-17.
E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram. E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue; E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte. E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares. E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir? (Apocalipse 6:9-17)


João viu debaixo do altar as almas dos que foram mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram. Repare que temos aqui os mártires. Estes são os que Jesus falou em Mateus 23, todos os mártires. A Resposta do Céu para a oração dos mártires é encontrado em Apocalipse 6:12 f, é o Grande Dia do Senhor. É significativo que a previsão de João do Grande Dia do Senhor em Apocalipse 6:12 f é tirada diretamente de Isaías 2-4. A questão permanece: quando seria a guerra para julgar Israel por causa do sangue derramado? É uma guerra do passado ou uma guerra do futuro? A resposta é dada pelo próprio Jesus.


“Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração”. (Mateus 23:35-36)


Em Mateus 23:29 f, Jesus disse que Israel tinha matado todos os profetas enviados no passado. Ele também disse que eles iam matá-lo (Mateus 21:33 f). E, eles iam matar os apóstolos e profetas que Jesus mandasse (Mateus 23:34 f). Nessa contínua perseguição, Israel iria encher a medida do seu pecado, e seria julgado pelo derramamento de sangue. Quando é que isso aconteceu? Quando é que a guerra anunciada por Isaías e Apocalipse, a guerra na qual Israel seria julgado por sua culpa de derramar sangue inocente realmente aconteceu? Leia as palavras do Senhor Jesus: “Em verdade vos digo, todas essas coisas hão de vir sobre esta geração”! (Mateus 23:36). "Esta geração" não é uma geração futura, nem a nossa geração. Israel foi julgado por toda a culpa do derramamento de sangue na destruição de Jerusalém em 70 dC. Então, como tudo isso se relaciona a Armagedom? O Armagedom é a batalha descrita por João como a batalha do Grande Dia do Deus Todo-Poderoso (16:14). Claro, esta não é a primeira vez que li do Grande Dia do Senhor no Apocalipse. Já foi mencionado que o Grande Dia do Senhor era para ser a resposta do céu para a oração dos mártires (Apocalipse 6:12 f). Para resumir, segue o argumento abaixo:


Premissa maior: O Grande Dia do Senhor é a batalha do Armagedom (Apocalipse 16:14 f).


· Premissa menor: Mas, o grande dia do Senhor é o momento em que os mártires de Deus seriam vingados (Apocalipse 6:9-17).


· Conclusão: Portanto, a batalha do Armagedom seria o momento em que os mártires de Deus seriam vingados.


Para acompanhar esta:


Premissa maior: A batalha do Armagedom seria o momento em que os mártires de Deus seriam vingados.


· Premissa menor: Mas o momento em que os mártires de Deus seriam vingados seria no julgamento de Jerusalém em 70 dC (Mateus 23:34-36).


· Conclusão: Portanto, a batalha do Armagedom seria no julgamento de Jerusalém em 70 dC.


Não há nenhuma evidência para sugerir que João previu uma época diferente, uma ocasião diferente ou mártires diferentes do que foi predito por Isaias 2-4 ou por Jesus em Mateus 23. João está predizendo a mesma coisa que foi predito por Isaias. Na verdade, ele cita Isaías. Além disso, Jesus postulou o cumprimento de sua profecia no julgamento de Israel no ano 70 dC. Isso prova que o Armagedom foi no primeiro século, e foi relacionado com o julgamento de Deus sobre Israel. Jesus disse que a guerra (Armagedom) ocorreria na geração do primeiro século, e aconteceu exatamente como ele disse. Armagedom é uma guerra do passado, assim como também é passada a tão propagada na atualidade, “A grande tribulação”.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011




Além de ter criado o homem à Sua imagem e semelhança, Deus compartilha com Seus filhos os atributos do Seu nome, que estaria gravado em suas células. É o que sustenta o escritor e pesquisador Gregg Braden ao ligar os alfabetos bíblicos, hebraico e árabe à química moderna.

Aí, diz ele, encontra-se um código perdido, um alfabeto traduzível que é a chave para os mistérios de nossa origem e vive conosco desde sempre. A pesquisa de Braden revela que os elementos hidrogênio, nitrogênio, oxigênio e carbono, que formam o nosso DNA, podem ser substituídos por letras das antigas línguas. “Com isso, o código da vida se transforma em uma mensagem eterna. Traduzida, ela mostra que as letras do antigo nome de Deus estão codificadas como informação genética em cada célula da vida”, sustenta o pesquisador em seu novo livro “O Código de Deus – O Segredo do Nosso Passado, a Promessa do Nosso Futuro” (editora Cultrix, 256 págs, R$ 34). A chave para traduzir o código do DNA para uma linguagem significativa é aplicar a descoberta que converte os elementos em letras. “Com base em seus valores equivalentes, o hidrogênio se transforma na letra hebraica yod (y), o nitrogênio na letra hey (h), o oxigênio na letra vav (v) e o carbono na letra gimel (g). Essas substituições revelam que a antiga forma do nome de Deus, YH, existe como química do nosso código genético. Por meio dessa ponte entre o nome de Deus e os elementos da ciência moderna, é possível desvendar o mistério e descobrir um significado ainda maior no antigo código que vive em cada célula do nosso corpo”, sustenta Braden.

O pesquisador considera que a sua pesquisa evidencia um ato divino: “Preservada dentro de cada célula dos cerca de seis bilhões de habitantes do nosso mundo, a mensagem é repetida, muitas vezes, para formar os elementos de nossa existência. Ela está dentro de cada um de nós, independente de raça, religião ou crença”.

Descoberta

A pesquisa de Gregg Braden é polêmica. Mas ele acredita que “a assinatura do antigo nome de Deus oferece um denominador comum inédito, que nos permite resolver as diferenças. Essa evidência palpável nos dá também uma razão para acreditar que a paz é viável e vantajosa. Como cidadão do mundo, somos muito mais do que as religiões, crenças, modos de vida, fronteiras ou tecnologias que nos separam. Nos momentos em que duvidamos dessa verdade imutável, basta lembrar-se da mensagem que trazemos no corpo. Esse é o poder da mensagem que há dentro das nossas células”. O nome de Deus tem as mesmas letras e o mesmo sentido em todas as línguas, alega o pesquisador. Tanto a tradição judaica como a islâmica têm uma ancestralidade comum representada pelo patriarca Abraão, mas suas interpretações dos ensinamentos diferenciaram-se ao longo dos séculos. “Mesmo levando em conta essas diferenças, o código numérico oculto dos alfabetos hebraico e árabe revela precisamente o mesmo valor e produz precisamente o mesmo segredo do nome de Deus no nosso corpo. Com isso, o código leva a mesma mensagem de esperança para as três religiões que congregam mais da metade da população do mundo: o Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo”.

Braden interpreta que a mensagem “Deus eterno dentro do corpo” possa ser traduzida de várias maneiras. “Seja qual for a fonte do nosso código genético, o alto grau de ordem contido na mensagem diz que existe alguma coisa “lá fora”. A mensagem que trazemos no corpo é sem precedentes como base comum para a resolução de nossas diferenças”.

Carbono nos torna diferentes de Deus

“Somos o produto de elementos e moléculas que se combinaram ao acaso para produzir o milagre da vida, ou somos o resultado de um ato intencional de criação? Embora não se elucide a origem do código em nossas células, o simples fato de sua existência e a pouca probabilidade de essa mensagem ter-se formado ao acaso sugerem que há uma inteligência e uma intenção subjacente à nossa origem”, infere Gregg Braden. O pesquisador deixa claro que, antes de escrever o seu livro, foi preciso estabelecer com a maior precisão possível0 o nome pelo qual a presença sobre o Monte Sinai se identificou para Moisés. Após 12 anos de pesquisas, ele concluiu que “há um nome que sobrevive como o nome pessoal de Deus: YHVH, o eterno”. Segundo Braden, “quando substituímos os elementos modernos pelas quatro letras do antigo nome de Deus, temos um resultado inesperado, à primeira vista. Trocando o h final de YHVH pelo seu equivalente químico, o nitrogênio, o oxigênio e nitrogênio (HNON), todos eles são gases sem cor, sem cheiro e invisíveis. Substituir 100% do nome pessoal de Deus pelos elementos deste mundo cria uma substância que é uma forma de criação intangível, mas real”.

O pesquisador lembra que as primeiras definições de Deus dizem que Ele é onipresente e que, no nosso mundo, assume a forma invisível aos olhos. “Então Ele só pode ser conhecido por meio de suas manifestações. Os primeiros capítulos do Gênesis relatam que é nessa forma não-física que o Criador estava presente no tempo da criação”. Braden deixa claro que a humanidade compartilha das três primeiras letras antigas que representam 75% do nome do Criador, “mas a quarta e última letra do nosso nome químico nos separa de Deus. Enquanto a presença de Deus é a forma invisível e impalpável dos três gases, hidrogênio, nitrogênio e oxigênio, a última letra do nosso nome é aquilo que nos dá a cor, o gosto, a textura e os sons do corpo: o carbono. A única letra que nos separa de Deus é também o elemento que nos torna reais no nosso mundo”.


A Gata e a Porca
Spurgeon

Vejam uma gata. Que limpa criatura é! É interessante vê-la lavar o próprio corpo com a língua e as patas. Você, porventura, já viu uma porca fazer o mesmo? Nunca viu nem verá, pois isso é contrário à sua natureza. Ela prefere focinhar na lama. Ensine uma porca a lavar-se e a limpar-se como a gata - tarefa inútil. Você poderá lavar à força aquela porca; ela porém, voltará para a lama e sairá dali tão imunda como antes. O único modo pelo qual você poderá conseguir fazer com que uma porca se lave voluntariamente seria transformá-la numa gata. Suponha que tal transformação se realize; então, aquilo que parecia difícil ou impossível tornar-se-á fácil e espontâneo.
Assim é com o ímpio. Você não poderá forçá-lo a ser santo, pois não tem como sê-lo; sua natureza o conduz para outro caminho. Todavia, guando o Senhor fizer dele um novo homem, então tudo será espontaneamente diferente. A nova natureza busca a santidade tão espontaneamente como a velha corre atrás da iniqüidade.
Que benção receber a nova natureza!
TAUTOLOGIA (do grego ταὐτολογία "dizer o mesmo") é na retórica, um termo ou texto que expressa mesma idéia de formas diferentes. Como um vício de linguagem pode ser considerada um sinônimo de pleonasmo ou redundância. A origem do termo vem de do grego tautó, que significa "o mesmo", mais logos, que significa "assunto". Portanto, tautologia é dizer sempre a mesma coisa em termos diferentes.

O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’.
Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.


Note que todas essas repetições são dispensáveis. Por exemplo, ‘surpresa inesperada’. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.

Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia. Verifique se não está caindo nesta armadilha.